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Coreia do Sul vence a República Tcheca de virada na estreia da Copa do Mundo





Vitoriosa nesta noite, a Coreia do Sul está na segunda colocação do Grupo A, atrás do México por conta do saldo de gols

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Laís Gouveia


A Coreia do Sul estreou com vitória no Grupo A da Copa do Mundo. No fechamento do primeiro dia de competição do Mundial, nesta quinta-feira (11), os asiáticos enfrentaram a República Tcheca em Guadalajara, saíram perdendo e tiveram força para buscar o resultado, por 2 a 1, com gols de Hwang In-Beom e Oh Hyeon-Gyu - Krejci abriu o placar para os tchecos. Ao fim da partida, os sul-coreanos foram ao chão, exaustos e festejaram muito a conquista dos três pontos.

Vitoriosa nesta noite, a Coreia do Sul está na segunda colocação do Grupo A, atrás do México por conta do saldo de gols. A República Tcheca está na terceira colocação da chave, e a África do Sul é a lanterna.

PF investiga tráfico de mulheres para exploração sexual na Paraíba




Foto: Polícia Federal/Divulgação

Um esquema de tráfico de mulheres para exploração sexual e condições análogas à escravidão na Paraíba, em Pernambuco e no Rio Grande do Norte é investigado por uma ação conjunta entre a Polícia Federal e os Ministério Público Federal, do Trabalho e do Ministério do Trabalho e Emprego. A operação, denominada “Donos da Noite”, foi deflagrada nesta quarta-feira (10) e cumpriu mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal.

Ao MaisPB, a Polícia Federal informou que os mandados na Paraíba foram cumpridos nas cidades de Alagoa Grande, Guarabira (2), Pitimbu, Pedro Regis e Itabaiana. Além de dois em Nova Cruz, no Rio Grande do Norte, e um em Goiana, em Pernambuco.

A investigação teve início a partir de representação policial formulada pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Guarabira, no Brejo paraibano, declinada pela Justiça Estadual para a Justiça Federal, posteriormente aprofundada pela Polícia Federal.

“Paralelamente ao cumprimento das ordens judiciais são realizadas ações de fiscalização, nos estabelecimentos investigados, com o objetivo de apurar e colher provas de possíveis delitos de trabalho escravo e tráfico de pessoas para exploração sexual, além de identificar eventuais vítimas e, se necessário, viabilizar os resgates”, informou a PF em nota.

De acordo com as investigações, os envolvidos manteriam estabelecimentos utilizados para exploração sexual, com possível imposição de dívidas, metas de consumo, multas e outras formas de controle sobre as vítimas. Também há indícios de rotatividade de mulheres entre unidades localizadas nos estados da Paraíba, de Pernambuco e do Rio Grande do Norte.

“A ação busca arrecadar documentos, aparelhos celulares, computadores, mídias eletrônicas, registros contábeis, comprovantes de transações financeiras, valores em espécie e outros elementos que possam comprovar a materialidade dos crimes, identificar eventuais vítimas, ouvir testemunhas e vítimas, apurar a participação de outros envolvidos e rastrear o fluxo financeiro decorrente da atividade investigada, além de resgatar e ressarcir os lesados”, disse a polícia.

Participam da operação policiais federais, procuradores da República, procuradores do trabalho e auditores fiscais do trabalho, em atuação integrada voltada à repressão qualificada de crimes contra a dignidade humana, a organização do trabalho, a liberdade individual e a dignidade sexual.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de redução à condição análoga à de escravo, tráfico de pessoas, casa de prostituição e rufianismo, sem prejuízo de outros delitos que venham a ser identificados no curso da investigação.

MaisPB

Caiado diz que Pedro dará palavra final sobre palanque na PB: ‘Seguirei o que ele definir’




Foto: Divulgação/Rede Mais

O pré-candidato à Presidência da República pelo PSD e ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, afirmou que a definição de seu palanque na Paraíba ficará sob a responsabilidade do presidente estadual do partido, o ex-deputado federal Pedro Cunha Lima.

“Quem construirá o palanque do Ronaldo Caiado será o presidente do PSD na Paraíba, Pedro Cunha Lima. Seguirei aquilo que ele definir como sendo nosso caminho no estado”, disse Caiado nesta sexta-feira (12), durante entrevista à CBN Paraíba.

O pré-candidato também afirmou que na política “não se passa o carro à diante dos bois” e “jamais tem a pretensão de poder fazer qualquer ação que não seja coordenada por quem tem a presidência do PSD na Paraíba”.

Na Paraíba, o PSD integra a aliança com o MDB de Cícero Lucena. Na chapa para a disputa pelo Governo do Estado, o partido indicou o Diogo Cunha Lima para a vaga de vice. Cícero, no entanto, ainda não definiu o posicionamento na disputa presidencial.

MaisPB

Denise Ribeiro: A nova voz que inspira esperança na Paraíba




Sapé e toda a região vivem um momento de expectativa e entusiasmo. Ao lado da FUTURA DEPUTADA ESTADUAL Denise Ribeiro, cresce a certeza de que uma nova forma de fazer política está prestes a nascer.

Denise não é apenas mais um nome na disputa: ela representa a força da mulher que une carisma, conhecimento e compromisso com o povo. Sua trajetória mostra que é possível fazer política de verdade, com transparência e proximidade, ouvindo as comunidades e transformando demandas em ações concretas.

Com uma visão de futuro, Denise Ribeiro defende que a Paraíba precisa de renovação e coragem para enfrentar os desafios. Educação, saúde, cultura e desenvolvimento sustentável são pilares que ela coloca como prioridade, sempre com foco em melhorar a vida das pessoas.

Em Sapé, o sentimento é de esperança. A população acredita que Denise será a voz firme e apaixonada na Assembleia Legislativa, capaz de revolucionar a política estadual e abrir caminhos para uma Paraíba mais justa e inclusiva.

Mais do que uma candidatura, Denise Ribeiro simboliza um movimento de transformação. Uma mulher que inspira confiança e que carrega consigo o desejo coletivo de mudança. A política de verdade está chegando, e com ela, a esperança de um futuro melhor para todos.




Acusado de matar namorada com tiro de espingarda é condenado a seis anos de prisão em semiaberto




O crime aconteceu em 2017. A decisão reconheceu homicídio doloso e que condenado agiu "com plena consciência da sua ilicitude" ao atirar na namorada.

Por Gabriella Loiola

O réu Yuri Ramos Coutinho Nóbrega, acusado de matar a namorada com um tiro de espingarda em João Pessoa, foi condenado a seis anos de prisão em regime semiaberto. Decisão foi proferida na noite desta quinta-feira (11).

Como trouxe o ClickPB, o crime ocorreu em 23 de julho de 2017, por volta das 16 horas, dentro da casa de seu tio de Yuri, Ricardo Sérgio Coutinho Nóbrega. A namorada do condenado, Luanna Alverga Ramalho Barbosa, foi assassinada com um tiro de espingarda.



O Ministério Público apontou dolo eventual. Já a defesa alegou que o réu não assumiu o risco de produzir o resultado morte, solicitando desclassificação para homicídio culposo e que fosse aplicado perdão judicial.

A decisão reconheceu a a materialidade, autoria delitiva e dolo eventual, sendo crime de homicídio doloso. “Agiu o réu, portanto, com plena consciência da sua ilicitude”, diz decisão.

O condenado cumprir a pena, inicialmente em regime semiaberto, em um dos presídios da capital.

Operação São João Seguro cumpre 40 mandados de busca e seis de prisão no Sertão da Paraíba




O objetivo da operação é reforçar o combate à criminalidade durante o período junino, época de maior movimentação de pessoas na região.

PorGabriella Loiola

As forças de Segurança deflagraram a Operação São João Seguro, na quinta-feira (11), em municípios do Sertão da Paraíba. Foram cumpridos 40 mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão desde as primeiras horas da manhã até a tarde.

Conforme observou o ClickPB, o objetivo da operação é reforçar o combate à criminalidade durante o período junino, época de maior movimentação de pessoas na região.

Durante a ação integrada foram apreendidas cinco armas de fogo, duas facas, quatro balanças de precisão, 48 munições, 22 aparelhos celulares e R$ 943 em espécie.




Drogas também foram recolhidas, incluindo três invólucros e dois tabletes de maconha, 49 invólucros e um tablete de cocaína, além de 32 pedras de crack.
Sobre a Operação São João Seguro

Participaram da ação os efetivos Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros Militar da área da 3ª Região Integrada de Segurança Pública (3ª REISP). A operação busca garantir maior tranquilidade à população e aos visitantes durante os festejos juninos na região.

Polícia Federal rejeita segunda proposta de delação de Daniel Vorcaro


André Richter - Repórter da Agência Brasil

Banqueiro está preso em uma sala da Superintendência da PF em Brasília

A Polícia Federal (PF) negou nesta quinta-feira (11) mais uma proposta de delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro. É a segunda proposta rejeitada pela corporação após Vorcaro ser preso no âmbito da Operação Compliance Zero, que apura as fraudes no sistema financeiro do país.

A decisão da PF já foi comunicada ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator das investigações. A Procuradoria-Geral da República (PGR) ainda analisa a proposta de colaboração do banqueiro.

As razões pelas quais o acordo foi rejeitado estão em sigilo e não foram divulgadas pela corporação.

No mês passado, ao rejeitar a proposta pela primeira vez, os investigadores da PF concluíram que o banqueiro não apresentou novidades em relação ao material que já foi apreendido e não assumiu que cometeu crimes.

No dia 4 de março, Vorcaro voltou a ser preso e foi alvo da terceira fase da Operação Compliance Zero, da PF, que investiga fraudes financeiras no Master e a tentativa de compra da instituição pelo Banco Regional de Brasília (BRB), banco público ligado ao Governo do Distrito Federal (GDF). Desde então, ele tenta fechar um acordo de delação.

O banqueiro está preso em uma sala da Superintendência da PF em Brasília.

Alcolumbre trava tramitação da PEC do fim da 6×1 no Senado




O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), travou a tramitação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1 no Brasil ao manter o texto na Mesa Diretora da Casa, sem despachar para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).


O presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), disse que não recebeu informação sobre a data de envio da PEC à Comissão. Uma reunião entre Otto e Alcolumbre, prevista para esta semana, foi desmarcada pelo presidente do Senado. Procurada, a assessoria de Alcolumbre não comentou o tema da reportagem.

O presidente do Senado também não marcou a reunião de líderes para discutir a pauta. O encontro costuma ocorrer semanalmente. Na semana passada, Alcolumbre afirmou, no plenário, que discutiria a tramitação da PEC do fim da 6×1 na reunião de líderes.

Além de instituir a obrigatoriedade de dois dias de descanso remunerado para os trabalhadores por semana, a PEC 221 de 2019 reduz a jornada de trabalho no Brasil das atuais 44 horas para 40 horas semanais.
Estratégia de adiar

A cientista política e professora da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) Luciana Santana avalia que o adiamento dessa definição reflete preocupações sobre os impactos econômicos e sobre a resistência, principalmente nos setores empresariais, em relação à redução da jornada de trabalho no Brasil.


“É o ano eleitoral. Sobre um tema com essa repercussão social, as lideranças preferem administrar esse tempo da discussão evitando assumir cursos políticos imediatos.”

Pesquisas sobre os impactos da PEC na economia têm divergido em relação às consequências para inflação, o Produto Interno Bruto (PIB) e o nível de emprego.

De acordo com especialista, a postergação da discussão da PEC sugere que Alcolumbre ainda não tomou decisão política sobre a tramitação, mas pondera que isso não significa rejeição definitiva ao mérito da proposta.

“A simples existência de apoio social não garante a tramitação. O presidente da Casa possui os instrumentos para poder definir a prioridade e o ritmo da agenda. Ele está mantendo esse tema sob o controle dele, como presidente do Senado, enquanto as negociações mais amplas continuam nos bastidores.”
PEC da oposição é despachada

Enquanto não despacha a PEC do fim da escala 6×1, Alcolumbre enviou à CCJ a PEC alternativa ao fim da 6×1, apresentada pela oposição, que mantém a atual escala de trabalho no Brasil e permite a contratação por hora trabalhada.

Lideranças governistas esperam votar a PEC do fim da 6×1 que veio da Câmara, sem alterações, ainda neste semestre, antes do recesso Legislativo, que começa no dia 18 de julho, intercalado com São João e Copa do Mundo.

Durante as sessões do plenário do Senado desta semana, senadores governistas cobraram a tramitação da PEC.

“É exigível que nós assim o façamos o mais breve possível, quiçá bem antes, até o final deste mês, das conclusões do nosso primeiro semestre, no dia 17 de julho”, destacou o senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB).

A líder do PT no Senado, senadora Teresa Leitão (PT-PE), também pediu prioridade à PEC que institui a escala 5×2 no Brasil.


“O Senado precisa priorizar esse tema, que é, sim, uma prioridade do país, que se pretende grande, civilizado e desenvolvido, por trabalho digno e valorização dos trabalhadores e trabalhadoras assalariados.”

Por outro lado, o senador da oposição Hermes Klann (PL-SC) criticou a PEC. “[A proposta] reduz a jornada de trabalho sem apresentar solução para compensar os custos dessa mudança. A conta não desaparece, alguém vai pagar. E, como sempre, quem paga é a própria população.”

O senador Romário (PL-RJ), mesmo da oposição, defendeu a medida. “Serei sempre favorável a qualquer medida que vise a garantir mais direitos aos nossos trabalhadores”, discursou na tribuna.
Piso salarial dos garis

Apesar de não comentar o tema nesta semana, Alcolumbre reagiu quando cobrado pelo senador Fabiano Contarato (PT-ES) para incluir na pauta o projeto que estabelece piso salarial de R$ 3 mil para garis.

“Tenho 31 projetos que tratam de jornada de trabalho, que tratam de piso de remuneração de muitas categorias. Não posso ser seletivo”, respondeu o presidente do Senado, ao alegar que, se pautasse o projeto do piso dos garis, teria que pautar de outras categorias profissionais.

Segundo Alcolumbre, seria complexo votar projetos que aumentem gastos em ano de eleição.


“O que eu botar para votar, todo mundo vai votar ‘sim’ por conta da eleição, e vai ter que arrumar dez brasis para pagar.”
Refil do agro

Por outro lado, Acolumbre pautou, e o Senado aprovou, nessa quarta-feira (10), o projeto de lei (PL) que prevê o uso do Fundo Social do Pré-sal para financiar dívidas do agronegócio que o governo calcula ter um custo fiscal de R$ 140 bilhões, em 10 anos.

O Ministério da Fazenda pedia mais tempo e alterações no PL 5.122/2023, sob a relatoria do senador Renan Calheiros (MDB-AL), devido ao impacto sobre os cofres públicos.

Segundo Alcolumbre, a medida foi colocada em votação por causa de um acordo com os senadores. “Respeito integralmente a posição do governo, que têm apelado reiteradas vezes para que o Senado tenha cautela na deliberação das matérias relevantes e que podem impactar o orçamento do Brasil, mas eu fiz um acordo com os senadores e senadoras, com os deputados em várias ocasiões.”

O ministro da Fazenda Dario Durigan informou que o governo vai tentar alterar o texto do PL 5.122/2023 na Câmara e, caso não haja sucesso, poderia recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) sob o argumento de descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal.

“Nosso objetivo é, sim, ajudar aqueles agricultores que mais precisam, que comprovem as perdas, que tenham problemas com as dívidas. Não [queremos] fazer uma espécie de nova linha que atenda quem não precisa”, disse a jornalistas na saída do Ministério da Fazenda, após aprovação do PL no Senado.





Agência Brasil